
Isso não é um país, é uma esbórnia!
O Brasil – oficialmente República Federativa do Brasil – é um rebotalho de homens públicos, acumpliciados com instituições públicas e privadas, com o objetivo de subjugar os habitantes desse prostíbulo de 8.514.876,599 km².
O artifício utilizado pelos cáftens, em mascarar as luminárias de néon com nomes que desassociam as atividades pérfidas praticadas em seus antros de promiscuidades, o Brasil também o faz, utilizando-se da marca fantasia “República” ( organização política de um Estado, com vistas a servir à coisa pública, ao interesse comum).
É digna de nota a segmentação da exploração dos corpos dos brasileiros, feita num conluio perfeito entre os mandatários do pseudo-país e os detentores do capital, apesar das indignidades de seus procedimentos.
O festim licencioso promovido pelos poderosos não significa, necessariamente, a venda dos corpos para os atos libidinosos. Ao contrário, constiui crime mais sujo, mais hediondo, mais cruel, pois:
- defloram, desfloram as árvores da esperança de uma vida justa e digna, mediante a desídia, a negligência do Estado;
- curram, estupram os sonhos de um futuro melhor, através da inexistência da educação plena, impedindo a acessão social, um direito que deveria ser inalienável, intransferível, a qualquer indivíduo, independente da idade e da etnia;
- sodomizam, através da conjunção (coação) da carga tributária, rigidamente imposta nos costados de todos, deixando-os deploravelmente combalidos para atender às necessidades básicas, suas e dos seus;
- obrigam todos à prática da felação , oferecendo um sistema de saúde completamente desqualificado, doentio, onde as legiões dos miseráveis buscam curas para seus males, enfrentando filas, convivendo com a ausência sistêmica de profissionais de saúde , a falta de equipamentos, a inexistência de remédios, etc. Tornam-se reféns de atendentes desumanos e são obrigados a agradecer por essas ignomínias, mediante a gratidão subserviente, por ignorarem os seus direitos e perceberem, por suas retinas condescendentes, somente e tão somente uma benevolência do poder público.
Esses rufiões, escondidos e protegidos pelas mesas dos poderes por eles exercidos, nos planos executivo, legislativo e judiciário, somados à classe empresarial, formam um todo asqueroso e deplorável, que gerencia e se locupleta nessa casa de tolerância chamada Brasil.
Bebem líquidos importados, graças à sede imposta aos destituídos da sorte. Lambuzam-se em banquetes nababescos, em que entram, apenas, com seus apetites nauseabundos, pois a conta é debitada ao povo ignorante e esbulhado.
Enchem suas burras com moedas vis, subtraídas, roubadas do povo e, como não fosse suficiente, desgraçadamente negam a esses corpos prostituídos o mínimo de dignidade, além de impingirem, de forma torpe e infame, a eternização da ignorância, para perpetuarem o enriquecimento ilícito, compulsivamente.
Emporcalham seus espíritos, com o gozo asqueroso do acúmulo patrimonial. Desprezam a frigidez de suas consciências e preocupam-se com o aumento de sua libido, para continuar a praticar o incesto contra seus irmãos brasileiros.
Tudo acaba! Essa bacanal esgotar-se-á, e essas massas disformes de seres passivos transformar-se-ão em ativas.
O Brasil – oficialmente República Federativa do Brasil – é um rebotalho de homens públicos, acumpliciados com instituições públicas e privadas, com o objetivo de subjugar os habitantes desse prostíbulo de 8.514.876,599 km².
O artifício utilizado pelos cáftens, em mascarar as luminárias de néon com nomes que desassociam as atividades pérfidas praticadas em seus antros de promiscuidades, o Brasil também o faz, utilizando-se da marca fantasia “República” ( organização política de um Estado, com vistas a servir à coisa pública, ao interesse comum).
É digna de nota a segmentação da exploração dos corpos dos brasileiros, feita num conluio perfeito entre os mandatários do pseudo-país e os detentores do capital, apesar das indignidades de seus procedimentos.
O festim licencioso promovido pelos poderosos não significa, necessariamente, a venda dos corpos para os atos libidinosos. Ao contrário, constiui crime mais sujo, mais hediondo, mais cruel, pois:
- defloram, desfloram as árvores da esperança de uma vida justa e digna, mediante a desídia, a negligência do Estado;
- curram, estupram os sonhos de um futuro melhor, através da inexistência da educação plena, impedindo a acessão social, um direito que deveria ser inalienável, intransferível, a qualquer indivíduo, independente da idade e da etnia;
- sodomizam, através da conjunção (coação) da carga tributária, rigidamente imposta nos costados de todos, deixando-os deploravelmente combalidos para atender às necessidades básicas, suas e dos seus;
- obrigam todos à prática da felação , oferecendo um sistema de saúde completamente desqualificado, doentio, onde as legiões dos miseráveis buscam curas para seus males, enfrentando filas, convivendo com a ausência sistêmica de profissionais de saúde , a falta de equipamentos, a inexistência de remédios, etc. Tornam-se reféns de atendentes desumanos e são obrigados a agradecer por essas ignomínias, mediante a gratidão subserviente, por ignorarem os seus direitos e perceberem, por suas retinas condescendentes, somente e tão somente uma benevolência do poder público.
Esses rufiões, escondidos e protegidos pelas mesas dos poderes por eles exercidos, nos planos executivo, legislativo e judiciário, somados à classe empresarial, formam um todo asqueroso e deplorável, que gerencia e se locupleta nessa casa de tolerância chamada Brasil.
Bebem líquidos importados, graças à sede imposta aos destituídos da sorte. Lambuzam-se em banquetes nababescos, em que entram, apenas, com seus apetites nauseabundos, pois a conta é debitada ao povo ignorante e esbulhado.
Enchem suas burras com moedas vis, subtraídas, roubadas do povo e, como não fosse suficiente, desgraçadamente negam a esses corpos prostituídos o mínimo de dignidade, além de impingirem, de forma torpe e infame, a eternização da ignorância, para perpetuarem o enriquecimento ilícito, compulsivamente.
Emporcalham seus espíritos, com o gozo asqueroso do acúmulo patrimonial. Desprezam a frigidez de suas consciências e preocupam-se com o aumento de sua libido, para continuar a praticar o incesto contra seus irmãos brasileiros.
Tudo acaba! Essa bacanal esgotar-se-á, e essas massas disformes de seres passivos transformar-se-ão em ativas.
Crédito: Imagem de Marcus Castro

Professor Paulo, suas comparações são muito engraçadas mas ao mesmo tempo sérias e interessantes. Realmente nós povo brasileiro somos abusados por essa política ridícula que nos rodeia... Parabéns mais uma vez pelo texto.
ResponderExcluirHeidi,
ResponderExcluirDe metáforas em metafóras procuro traduzir a triste realidade em palavras que levam um quê de galhofa, zombaria.
Obrigado pelo seu incentivo constante.
Abraços
Paulão, creio eu fielmente que um dos maiores engodos da história muldial chama-se SOCIALISMO. Um dia, alguém com o intuito de se lecupletar às custas das mazelas alheias, teve um idéia brilhante. Ao refletir sobre o capitalismo que devorava a humanidade pensou brilhantemente : "vamos criar algo para o povo achar que existe alguém do seu lado". E criou-se então o socialismo. Essa farsa que ainda serve de tranquilizante para muitos.
ResponderExcluirAcho que fomos mal colonizados. Acho também que o Brasil nunca existiu !! Nunca !
Demário,
ResponderExcluirO socialismo foi uma utopia, infelizmente.
Essencialmente, todos os seres humanos deveriam acolher os mesmos deveres e direitos, lamentavelmente, o poder corrompe e os detem acabam criando seus feudos.
O importante é perceber que o capitalismo é cruel.
A sobrevivência desse, não desqualifica a inexistência do outro (socialismo).
Realmente, adquirimos os vícios da Coroa portuguesa, contudo, não creio que isso justifique as condutas detupardadas e eivadas de vícios de nossa sociedade.
O Brasil existe, sim. Uma parcela ínfima desfruta integralmente desse território.
A maioria dos deserdados da sorte (população) é que podemos denomidar de "apátridas".
Infelizmente, essa terra é uma esbórnia.
Abraços,
Efetivamente o texto retrata a triste realidade desse país.
ResponderExcluirOs desvalidos são ignorados por serem efetivamente entes sem quaisquer direitos, segundo a míopia dos senhores feudais dessa nossa terra miserável.
Abraços
Hasta Las Nubes,
ResponderExcluirIsso não é um país é uma mixórdia.
Aquele slogan: "O Brasil é um país de todos.", faltou complementar essa peça de propaganda enganosa: dos políticos, dos governantes em suas esferas, do judiciário, dos capitalista, enfim, desses crápulas.
Abraços